Ano: III Número: 32
ISSN: 1983-005X
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O ornamento no centro de um debate moderno (II)
Gilberto Paim

Ao perseguir o grau zero do ornamento como uma miragem sempre inalcançável, o trabalho da ornamentação foi liberado da repetição dos desenhos ornamentais previamente repertoriados. O modernismo potencializou aquilo que é inalienável no homem e essencial ao trabalho da ornamentação, ou seja, a investigação das mínimas possibiidades de diferenciação das formas e dos materiais, sempre possíveis, mesmo sob a pressão do ascetismo mais rigoroso ou de modo a atender as exigências desse ascetismo. O presente ensaio aborda a contribuição do movimento moderno de cerâmica à experimentação modernista.
Postado: 16/04/2008
Edição: Ano I - Número 4
 
CauduroMartino, design total
Celso Longo

Fosse possível voltarmos aos meados de 1970, veríamos com certa nitidez o esforço empreendido àquela altura para forjar, oficialmente, uma visualidade planejada – e, no caso, moderna – para a metrópole paulistana e para os seus principais organismos operacionais.
Postado: 16/04/2008
Edição: Ano I - Número 4
 
Jan Tschichold e o estatuto da tradição na modernidade
André Stolarski

O impronunciável tipógrafo Jan Tschichold é uma figura polêmica na história do design visual moderno. Foi talvez o maior e o mais embasado defensor dos princípios de uma nova tipografia, mas abandonou boa parte deles tempos depois, atacando-os em nome da tradição com a mesma eloqüência com que os havia defendido.
Postado: 19/03/2008
Edição: Ano I - Número 3
 
O ornamento no centro de um debate moderno (I)
Gilberto Paim

O pensamento do teórico da arte inglês John Ruskin, do arquiteto austríaco Adolf Loos e do arquiteto suiço-francês Le Corbusier sobre o ornamento estão no centro desse texto, que tenta discutir suas distintas posições frente às chamadas artes decorativas, remetendo a concepções de arte, arquitetura e, sobretudo, das práticas sociais e da vida cotidiana.
Postado: 16/03/2008
Edição: Ano I - Número 3
 

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